A alimentação do idoso

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Em todo o mundo, a expectativa de vida vem aumentando nos últimos anos. Assim, o número de pessoas com mais de 60 anos, deverá ser, dentro dos próximos 25 anos, 14% da população brasileira.
   Com o envelhecimento, a prevalência de doenças crônicas degenerativas aumenta, assim como a desnutrição. Pode ocorrer perda do apetite, dificuldade de engolir, depressão, incapacidade física, perda de massa óssea e muscular, demência, entre outras complicações.
   A população idosa necessita que seu´plano alimentar seja feito respeitando as recomendações de ingestão alimentar específicas para sua faixa etária, considerando dois grupos: dos 51-70 anos e maiores de 70 anos. Esta divisão é necessária porque a população mais idosa tem maior risco de desnutrição.
   Dentre as  orientações, estão o aumento do consumo de cálcio, vitamina D, vitamina B12, vitamina K, vitamina E, alimentos ricos em potássio e fibras. A ingestão de proteína é fundamental para prevenir e/ou reduzir a perda de massa muscular que ocorre durante o processo de envelhecimento. Exemplos de fontes de proteina animal ( carnes, ovos, leite e/ou derivados)  e/ou vegetal ( combinação arroz + feijão, quinoa, amaranto, lentilha, ervilha).
   O idoso deve ser estimulado a praticar exercícios, já que estes possibilitam reduzir ou retardar o aparecimento de doenças relacionadas ao envelhecimento, estimulam a manutenção e formação da massa muscular e melhoram o equilibrio.
   Esses cuidados básicos contribuem de maneira significativa para a melhora da qualidade de vida, bem como permite que o idoso continue independente por mais tempo.
Padre Chagas, 140 - 5º andar / Moinhos de Vento - Porto Alegre/RS